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14 dezembro 2016

Saudades do que não aconteceu

O problema de exigir demais, é que quando encontramos algo que se pareça quase perfeito, queremos para nossas vidas. Queremos mesmo. Sem dúvidas.
As conversas se tornam os melhores momentos do dia. Um "oi" se transforma em sorriso. Ficar assim sorrindo feito boba para um celular. Como se transformar naquelas que sempre não compreendia?
É porque enfim as entendi, mesmo que isso fosse sem explicação. 
Nos descobrimos. Surreal! Parecia ter um espião nos meus pensamentos. Ele respondia todas as minhas perguntas da forma que gostaria que fossem respondidas. Gostos tão parecidos como os meus. Nossas conversas pareciam que durariam a eternidade, se não fosse a maldita rotina que nos atropelava. Todas as indiretas e as que nem eram assim. Nossas discussões sobre o amor.
Cada dia me sentia tão mais próxima...
Mero engano.
Queria achar que estava cada vez mais próxima, mas ele construiu um muro o cercando. Um muro dos sentimentos. Estava ali, esperando, com todos os artefatos para chegar mais perto. Eu, que  antes repente, fui pega de surpresa, sendo que estava confortável estando sozinha. Ele que também pego por surpresa, mas não se decidia, mostrava ser uma incógnita. Tínhamos tudo, mas faltava sua mão para me puxar para dentro do seu casulo. Faltava me puxar para perto. 
Cansei de ficar esperando. Cansada de ficar alerta, esperando o momento que seu portão ia enfim cair.
Mas e agora?
Os eventos que estávamos tão animados. A lista enorme de filmes que você me indicou que ainda preciso terminar de assistir. A nova temporada de Stranger Things. Quando abrir o Spotify e me dar conta que todas minhas bandas favoritas, são também as suas. A maratona da sua série favorita que ainda não terminei. Faço o que?
Como vou lidar com a saudade de algo que quase aconteceu? Porque, se quase aconteceu, não aconteceu. Vou parecer doida por isso?
Não julgo, a vida tem disso, tem essas incertezas... Um dia algo parece ser certo, outro ela já desapareceu. Não somos adolescentes. Não vou culpa-lo por não acontecer. Simplesmente tem vezes que simplesmente não acontecem. E vou seguir meu rumo. Ele, o dele. Vamos nos esbarrar por aí, agora como aqueles amigos que se olham e sabem o que está pensando e depois riem. 

"Mas... você que dizia não entender o porquê a Summer fez aquilo com o Tom... agora entende?"

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O texto acima é um junção de fatos de pessoais e relatos de outras pessoas. Primeira vez que escrevo nesses moldes por aqui, mas realmente, precisava. E na verdade, quero isso para o blog. Li um post no blog da Michele que fez juntar minha coragem e posta-lo. Obrigada Mih!

05 setembro 2015

Sou uma nerd feliz... mas poderia ser mais


Acho que a cultura nerd entrou na minha vida quando eu tinha 5 anos, quando ganhei meu Master System lindão 3. Essa é a minha primeira lembrança clara. Eu pirava em ter aquele video game. Era incrível ser menina, ter aquilo em casa e meu primo ir até lá para jogar. Batia um orgulinho de "ser merecedora daquele presente", sabe? Naquela época eu não entendia, mas... se fosse para ser normal uma menina ter video-game, eu teria aquela sensação? Não.

Um outro primo que tinha um Gameboy. Sou grata por todas as vezes que ele me emprestou. Um outro primo, depois de um tempo, ganhou um Playstation. Ele quase todo final de semana levava para minha casa e passávamos a tarde inteira jogando Driver. (sdds Driver! kkk) Os anos se passaram, e eu simplesmente amava conversar sobre jogos, filmes, HQs e etc. As vezes sem saber quase nada do assunto, mas eu tinha o prazer de ouvir os colegas de escola falar sobre isso. Só depois dos meus 10 anos que comecei a ter mais tempo na internet, então, aqueles assuntos não ficavam só limitado no que eles me falavam... eu tinha um mundo para conhecer. E foi aí que tudo aquilo me fazia ficar mais atraida.

Sou feliz que fisicamente, sou rodeada de pessoas que sabem que jogos são simplesmente jogos, entretenimento independente de sexo. Pessoas que sabem que HQs são histórias e são em quadrinho, novamente, sem limitações. Tenho amigOs que conversa comigo por horas e horas sobre HQs, séries, jogos, Doctor Who, filmes de ficção,... Tenho amigAs que falam com toda naturalidade sobre novidades e vicios desse mundinho. Sou feliz...

Mas sabe o que me entristeci de verdade? Chegar na internet, um local tão cheio de conhecimento e me deparar com pessoas com pensamento tão tão tão... feio... fechado... preconceituoso... uma verdadeira caixinha fechada. Ler tanto preconceito em foruns de jogos, ter que ler coisas absurdas em partidas online, abrir o Facebook e dar de cara com alguma imagem de um esteriótipo de garotas gamers, ouvir alguma piada totalmente sem graça... 

Garotas podem ser tão boas ou melhores em jogos do que rapazes. Ela não precisa ser um perfil fake ou obrigatoriamente pedir ajuda para o irmão/primo/namorado. Meninas curtem filmes de ficção, elas leem sobre isso, elas teorizam. Elas podem ter no mesmo armário uma coleção de maquiagem e uma coleção de HQs. Elas não necessariamente jogam de calcinha e sutiã (!!!), como parece que muitos acham que é assim, pelo menos é o que imagem pelo Facebook mostra. Elas não são gamers de jogos de celular (o que não deixa de ser jogo, né honey...)

A questão... a cultura nerd ainda é um grande clube do Bolinha! Os rapazes sempre falam com mais autoridade sobre o assunto. Pensa aí rápido. Quantas equipes de portais grandes de cultura nerd tem garotas no meio que tenha grande importância? Poucas, né? Mas não gostaria ver garotas entrando nesses "clubinhos" como se fosse, tipo, uma cota ou por ser um apelativo.

É lindo ver garotas se destacando pelo o que tem para mostrar para todos. Meninas que ganham destaque por trazer assuntos, explicando-os, sabendo o que estão falando, tanto para meninos como para meninas. A Malena, youtuber, apresentou o evento carioca do Star Wars Force Friday, um evento que aconteceu em vários países. Lindo!!!

Quero muito que esse aumento, mesmo que devagarzinho, continue. Que meninas não fiquem com vergonha de esconder que gostam de jogar, falar de HQs e etc. Que os meninos aprendam, que sim, ela gostam, elas sabem. E o principal, isso é tão normal!

O que foi o #AntiMachismoNerd? A Anna explicou bonitinho aqui a Gi também, além de contarem suas histórias. Mais sobre o assunto? Ouça esse podcast... e esse post, importante!

01 julho 2014

Orkut, é hora de dar tchau!




O dia de ontem começou com uma noticia com jeito de atrasada, mas que se paramos para pensar, é um marco em nossas vidas: o Orkut vai acabar. Ok que quase ninguém mais anda por aqueles lados, e isso tem é tempo. Mas se voltarmos à 2006 ou 2007, era quase impossível achar alguém que não tinha Orkut, mesmo que quase nunca entrasse.

Essa noticia me trouxe uma sensação de nostalgia maravilhosa. (Novidade, né Talita.) Foram tantas coisas que postadas naquela rede social, épocas vividas: finalzinho de infância e o começo de adolescência. Fotos de uma menininha de amava rosa e de uma garota de só usava preto, no máximo um detalhe roxo, com o olho carregado de lápis preto e franjão. 

É hora de dar tchau, é hora de dar tchau!

Lembro perfeitamente do dia que uma colega de escola chegou lá dizendo que tinha entrado em um site que era novo e só podia entrar com convite. Todos pediam à ela para os convidarem também. E eu, obviamente, fui uma das mais insistentes. Foi assim que fiz minha primeira conta no Orkut. Era uma vez, 2004. A popularidade de poder convidar alguém para o Orkut, posso comparar à que tive anos depois quando entrei no Ensino Médio e eu era a melhor amiga do garoto mais bonito da escola.


Acho que da mesma forma que crie zilhões de blogs, também criei zilhões de contas no Orkut. Criei e depois apaguei. Criei um perfil verdadeiro. Um fake. Criei dois ao mesmo tempo. Participava de várias comunidades mas ativamente de quase nenhuma. Quase não escrevia depoimento. Não tinha paciência de mandar scraps dizendo que eu amava alguém que eu nem falava pessoalmente. As vezes tirava um sarro de gente chata. Escrevia o orkutês (pq olha q koisa legal q é!) Não sou mais tão fluente, desculpa. "Invadia" perfis de amigas. Já ensinei o caminho das pedras de como entrar em Orkut alheio. Parei com isso, tá gente, agora sou uma pessoa legal, ok?


Montei uma pasta de fotos com as bandas que eu mais amava na época. Tinha Red Hot Chili Peppers, System Of A Down, Linkin Park, Fall Out Boy, Panic! at the Disco e outros. Sonhava em casar com o Brendon Urie e só de pensar em encontrar o Di do NxZero fazia eu ter quase um troço do coração. Hoje, somente algumas que ouço com frequência, mas mesmo assim não com a mesma intensidade.

Não ria do meu gosto musical quando em 2007, nem tente entender. hehe


Agradeço por aqueles que eram meus fãs. Por aqueles "amigas" que viviam visitando meu perfil. Agradeço por aqueles que me achavam super legal e super confiável. Ah, obrigada quem participou na comunidade que fizerem para mim, me sentia extremamente importante. hehe




É Orkut, já te larguei tem um bom tempo, mas você não sai de nós. R.I.P. Quais são suas lembranças?

09 maio 2014

Isso não te faz uma escrava da beleza!

Muito nesse post se refere à mocinhas por ser um experiencia pessoal, mas também serve para você, moço. É apenas um desabafo!


Sabe quando a menina de seus 11 anos entra na fase de se arrumar extremamente, que as vezes passa bem do limite do bonito? Elas fazem isso porque acham que assim os outros vão achá-las bonitas. Na verdade acontece o contrario, mas não ria, você passou por essa fase também! hehe O bom é que todo pokémon evolui.

O que quero dizer com essa historia toda é que essa fase que as meninas tem aos seus 11 anos, eu não tive. E não, eu não pulei essa fase porque eu era uma menina super entendida de beleza. Pelo a contrário, eu nunca entendi nada de moda e pouquíssimo de padrões de beleza (isso até hoje). Acho que só fui dar atenção na minha aparência como se fosse uma mocinha de uns 15 anos pra cima.

Todos me conhecem assim: desencanada com padrões de beleza. Em raros momentos de minha vida estive na faixa saudável de peso. Não tinha das roupas mais lindas da turma. Não cortava o cabelo segundo à moda. Sempre fui a favor do "razoável e confortável" do que o "glamour e sofrimento". Tanto é que me formei no Ensino Médio de sapatilha (Observação 1: fui uma das que mais dancei na festa e estava com o meu pé perfeito para utilização no dia seguinte) (Observação 2: Isso porque eu não cumpri o que tinha prometi no 1º ano, que iria me formar de All Star)



Até que um dia decidi que não tinha como mais fugir da academia (fugir por causa da preguiça). Quando entrei a reação de muitos amigos foram: "Talita? Na academia? Como assim?", "Está virando mentidinha agora, hein?", "Você mudou mesmo, hein, Talita, decidiu até entrar na academia", "Queria te ver como é você na academia?".

Como sou na academia? Normal como todo mundo, meu bem! De calça legging, correndo como uma desesperada na esteira, pegando peso, pulando como se não tivesse amanhã no jump - normal como todo mundo! Não é porque entrei na academia que virei a musa do verão, que uso legging o dia inteiro, que só sei conversar sobre dietas e só posto fotos no Instagram da minha evolução muscular, de como estou bombadona (se bem que estou quase uma Gracyanne Barbosa, mas não quero deixar ninguém com inveja hehe).


A questão é: eu não mudei quem eu sou por causa da academia. Continuo a mesma garota que gosta de comer besteira, que ama passar o dia inteiro na internet e que gosta de videogame. Confesso que não sou das mais populares da academia, afinal, não conheço nada de suplementos alimentares e nem das melhores roupas de academia. Porém, para você que acha que na academia só tem pessoas assim, está enganado. Por exemplo, fiz amizade com uma garota que ama ler séries de livro (e não, não é 50 Tons de Cinza. Um dos favoritos dela é Resident Evil). Uma das professoras curte rock. E outra coisa, existe fone de ouvido: coloque suas músicas favoritas para ouvir e seja feliz!

Infelizmente existe um conceito comprado por todos de que está na academia é dar importância ao corpo mais do que tudo, que se vai para academia é porque quer ficar com um corpão de deusa grega e só vai usar roupa para exibir a nova condição. Ok, que no primeiro mês que comecei à academia me senti deslocada. Mas depois descobri que muito era da minha cabeça e o que muitas pessoas criticam em algumas mulheres, por exemplo, é o amor próprio (que se algumas delas seja em excesso), mas em uma certa medida faz bem. Afinal, você pode pesar 100 quilos e se achar incrível, fazendo ou não academia. E pode acontecer de meninas de manequim 36 se sentirem horrorosas.


Ah, observação, se você não se sente bem em academia mega lotadas, no caso de mulheres, existe academias somente para mulheres. Faço em uma assim.

Não quero estar malhadíssima, quero manter uma vida saudável à medida do possível. Sei que meu biotipo não é para um número 36/38 de calça. Não quero lutar por algo que para mim não é natural. Mas também quero estar em condição de poder brincar com meu priminho de 4 anos sem precisar quase morrer de cansaço nos primeiros minutos. Não quero perder muitos quilos em um mês, mas também quero poder comer uma pizza com amigos no final de semana e não ficar me culpando. (Quem não tem facilidade de engordar não sabe como é ruim engordar mais de um quilo só em alguns dias!) 


Três vezes por semana, uma hora e meia cada. Isso não me faz mudar minha personalidade, que eu me torne uma obcecada pelo corpo, que eu não tenha outro assunto do que beleza e que eu me transforme em uma saradona. Mas isso me faz mais disposta, mais saudável e com a mente mais aberta. Ok se você não quer seguir um padrão de beleza, mas também não siga um conceito pré-formado.


20 agosto 2013

Algumas das melhores sensações na vida!

Perceber que o dia está amanhecendo e você nem percebeu 

A noite passou tão rápida e foi tão boa, que algo tão natural como o sono não chega perto da maravilha de sentir a sensação da brisa do amanhecer. O ar é frio, o Sol bem as poucos vem iluminando. As aves começam à voar. O mundo nunca pareceu tão puro, leve e só seu! É rosa, no tom mais lindos de todos!

Chorar de felicidade ao ouvir uma música que marcou sua vida

Ouvir os primeiros segundos de uma música e esta faz uma revolução em todas suas memórias. Lembrar de muitos momentos felizes, mas também muitos tristes. Quando a música era sua melhor companhia e depois de tanto tempo perceber que te faz tão bem da mesma maneira que antes. Sentir o carinho de uma melodia, sentir-se abraçada por uma voz.

Descobrir que você ainda tem afinidades com sua melhor amiga de infância mesmo depois de uns 10 anos sem se falarem

É... agora as preferencias não são as mesma quando se tinha 9 anos de idade e nem os mesmo pensamentos e sonhos, mas apesar de tanta distância, ainda combinar. Realmente foi uma boa escolha sermos amigas antes. Um excelente maneira de perceber que amizade existe ainda. Ela somente esteve bem guardadinha em um local bem seguro, especial para as coisas mais importantes em nossa vida.

Acervo pessoal

13 abril 2013

Saudades de um tempo bom!

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Post grande, mas não um leitura chata, pelo menos eu acho. hehe
Momento desabafo! Eu nunca tinha escrito nada de minha opinião, tão pessoal. Como vocês sabem, eu sou uma apaixonada por tecnologia, amo tudo que é novo, tudo que traz facilidade e conhecimento, mas tão sou muito nostálgica, amo lembrar de coisas que ficaram no passado, tenho saudade do que não existe mais. Não é que eu queira que as coisas voltem como entram, mas gosto de lembrar e comparar com o dia de hoje.


Conversando com algumas pessoas hoje, chegamos à meados de 2005. Ok... não à tanto tempo atrás, afinal, só são 8 anos. Mas são 8 anos. Parando para pensar, é coisa pra caramba. Com quantos anos você tinha em 2005? Eu tinha 11 anos, tinha ido para a antiga 5ª série, tão ingenua, tão fofa. hehe Mas beleza, o foco do assunto não é esse, minha fofura aos 11 anos, mas as coisas que acontecia naquela época.

Mas...
Em 2005/06 estava começando o estouro de uma rede social que iria revolucionar a internet, o Orkut!
Qual era a velocidade da sua internet? Provavelmente ela era discada.
O que você ouvia em 2005 e inicio de 2006?

No meu caso, em 2005, inicio de 2006, conheci bandas que fizeram parte da minha formação musical, o que eu iria ouvir minha adolescência e o que influenciaria mais à frente.
Quando não se existia (ou pelo menos quase ninguém conhecia) Vevo, quando era para ver um clipe novo, era ver o lançamento na MTV ou torcer para passar logo na tv aberta (o que demorava um certo tempo). Era gostar de uma música e anotar em um papel e esperar o final de semana para pesquisar na internet discada, afinal eu estuda de manhã, não podia esperar meia noite para tentar entrar na internet (lembrando que eu era uma "criança" e nem podia pagar a internet discada no preço total.)


Não existia esse negócio de à qualquer momento poder ouvir qualquer de zilhões de músicas, seja por download, iTunes, Grooveshark,... Os famosos da época eram o PureVolume e o MySpace, alguém lembra? Mas o mais comum era comprar o álbum ou torcer para tocar na rádio. 
Parando para pensar, era mais trabalhoso? Sim! Mas tenho uma baita saudade disso.
Lembro que aos meus 11 anos, eu e uma amiga estávamos naquele momento de achar algo musical que nos influenciasse de verdade. Acho que todos quando chegam na adolescência tem essa necessidade, de encontrar algo e diga: "Isso me faz bem!" ou "Isso sou eu!".


Lembro que na parte da tarde, quando chegávamos do colégio, ela ligava a tv na MTV e eu o rádio na Jovem Pan e ficávamos a tarde inteira comentando pelo telefone o que tocava ou passava. No dia seguinte, escolhíamos o que era melhor.


Em relação à tecnologia, demorei um pouco para entrar de vez e talvez em 2005 você talvez já estava totalmente por dentro da internet, mas só entrei de vez meados de 2006 e começo 2007. Mas bem provável que passou por isso.
Mas é o seguinte: Essas sensações talvez nunca mais viveremos (de conhecer uma banda pela tv, de conhecer o cantor de determinada música depois de muito tempo depois que você ouviu pela primeira vez e amou, etc). Isso nos faz tão nostálgicos, mas também o que seria de nós sem internet? Já pensou isso? Será que viveríamos naquela mesma rotina, sem cair no tédio? E o que seria das bandas? Já percebeu como tem muito mais banda e cantores/cantoras na mídia do que uns 10 anos atrás? Já viu a variedade? E tudo o que a internet traz? E a variedade de blogs falando de música como esse que você está lendo? hehe
É... é a saudade e a tecnologia se conflitando e eu sempre caindo nesses dilemas que não me levaram à nada, simplesmente à nostalgia.
Beijos!

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